01450nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200014600056311004600202330081900248461008201067606002501149606001501174606001901189606001401208606001801222700002801240376444 a20170111u y0pory50 ba aeng aNobody born a terrorist, but early childhood mattersbRecurso eletrónicoeexplaining the jihadis’ lack of empathyfNancy Hartevelt Kobrin aFicheiro de 132 KB em formato PDF (4 p.). aNo livro sagrado, Alá é descrito como “misericordioso” e “compassivo”. Porque razão não se encontra reflexo disso entre os jihadistas que reivindicam lutar em nome de Alá? Os jihadistas têm um pseudo-senso de empatia, uma empatia narcisista, indivíduos que apenas possuem empatia para com os do seu grupo. Não é de estranhar que a capacidade de empatia não seja desenvolvida na infância, mormente em sociedades com valores como o da vergonha e honra em que as crianças são alvo de humilhação e gozo por revelarem sentimentos, emoções. Investigações levadas a cabo por neurocientistas e profissionais da saúde mental revelam a existência de fortes ligações entre violência e infância, daí a tentativa de se aplicar esta perspetiva ao terrorismo jihadista. dOctober 2016vVol. 10, n. 5tPerspectives on Terrorismx2334-3745pp. 108-111 aPERFIL PSICOLÓGICO aTERRORISMO aSAÚDE MENTAL aCRIANÇA aPERSONALIDADE aKOBRINbNancy Hartevelt