02104nam a2200205 4500001000700000100004100007101000800048200012900056311004700185330144400232461007901676606002801755606002101783606001301804606002301817606001801840606001001858700001601868701001401884376365 a20161007u y0pory50 ba apor aCyberstalking entre adolescentesbRecurso eletrónicoeuma nova forma de assédio e perseguição?fF. Pereira, M. Matos aFicheiro de 436 KB em formato PDF (13 p.). aCom a crescente difusão das tecnologias de informação e comunicação, fenómenos como o cyberstalking começam a ter maior expressão e visibilidade social, podendo ter como alvos adultos, crianças e/ou adolescentes. A par do consenso na literatura sobre os pressupostos centrais do cyberstalking (e.g., persistência, intenção, deliberação, indesejabilidade), persiste uma enorme controvérsia em torno da sua definição. O presente artigo procura contribuir para a clarificação dessas inconsistências e para a demarcação do conceito, mormente do fenómeno de cyberbullying. Um conjunto de elementos que tipificam o cyberstalking estão refletidos neste trabalho. Estes devem ser considerados na sua triagem, análise e no plano de atuação junto dos “atores”, assim como em programas de prevenção dirigidos a adolescentes que visam a educação para uma saúde em termos globais, tal como a define a Organização Mundial de Saúde (OMS). Reflete-se ainda criticamente acerca dos elementos comuns e divergentes entre o cyberstalking e outras formas de vitimação online (e.g., sexting, cyberbullying). Conclui-se que o cyberstalking está presente entre os adolescentes e não deve ser considerada uma dimensão “menor” de vitimação nesse grupo. Pelo contrário, é uma forma de perseguição inovadora face ao stalking no mundo real e distinta do cyberbullying. d2015vVol. 16, nº 1tPsicologia, saúde & doençasx2182-8407pp. 57-69 aCOMPORTAMENTO DESVIANTE aASSÉDIO SEXUAL aINTERNET aCRIME VIA INTERNET aVITIMAÇÃO aJOVEM aPEREIRAbF. aMATOSbM.