01478nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200014100056311014500197330075500342461007401097606002401171606003501195606003301230606002801263700001701291376254 a20160512u y0pory50 ba apor aDimensões performativas do retrato judiciáriobRecurso eletrónicoeelaboração, receção e autonomia retóricafLeonor Sá aFicheiro de 0,99 MB em formato PDF (34 p. ). Resumo inserto no Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa. aApós uma sumária apresentação introdutória sobre a génese do retrato judiciário (frente/perfil) no século XIX, no contexto mais vasto do sistema de identificação criminal designado «bertilhonagem», a primeira parte deste artigo é dedicada à demonstração de uma série de características performativas deste tipo de fotografia, a diversos níveis, à luz de teorias recentes sobre o tema da performatividade. Na segunda parte do artigo é defendida a ideia de que, como constructo performativo, o retrato judiciário ganha enorme dimensão e importância, sobretudo por transvisualidade e «remediação» (Bolter & Grusin 2000), acabando por se autonomizar, como modelo retórico, nos media contemporâneos. cLisboad2012vNº 4tComunicação & Culturax1646-4877pp. 125-158 aFOTOGRAFIA POLICIAL aIDENTIFICAÇÃO JUDICIÁRIA aIDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS aHISTÓRIA DA POLÍCIA aSÁbLeonor