01507nam a2200169 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200018200067311008100249330078700330461005501117606002001172606001801192700003801210995008901248376131 a376131 a20160210u y0pory50 ba apor aEntre alienados, alienistas e juristasbRecurso eletrónicoe50 anos de história do direito penal e da psiquiatria em Portugal (1886–1936)fArmando Soares de Castro Formiga aFicheiro de 769 KB em formato PDF (30 p.). Resumo inserto na publicação. aNo Século XIX, aos poucos, os inimputáveis deixavam o foro e passavam às mãos dos psiquiatras. Nas últimas décadas, o embate entre o direito e a medicina ganha contornos doutrinais, fomentando um intrigante debate. Médicos, juízes e advogados procuram entender melhor a loucura, triangulando os conhecimentos da antropologia criminal, psiquiatria e medicina forense. A vara se alastrou recorrentemente por toda a Europa Ocidental. Esta influência (cientificista e socializante) do positivismo manifestava-se mais claramente no âmbito do direito criminal. É dentro desse framework que o presente artigo explora a relação inimputável/psiquiatra/magistrado na sociedade portuguesa entre o crepúsculo da Monarquia e o nascimento da República (1886-1836). cTocantinsdDezembro 2015vNº 1tFactumpp. 77-106 aDOENÇA MENTAL aDIREITO PENAL aFORMIGAbArmando Soares de Castro 104PJCD_263_00000000000000052022-06-069403912aPJcPJkPJCD 263n2022-06-06o0rAP