01969nam a2200217 4500001000700000100004100007101000800048200012000056311008100176330122200257461009501479606000801574606001801582606001901600606002701619606003001646606001001676606002701686700002001713701001801733376066 a20151210u y0pory50 ba apor aBiolegalidade, imaginário forense e investigação criminalbRecurso eletrónicofHelena Machado, Susana Costa aFicheiro de 234 KB em formato PDF (25 p.). Resumo inserto na publicação. aNeste texto discutimos alguns contornos das configurações locais das representações e usos sociais da tecnologia de DNA na investigação criminal em Portugal. A abordagem da rede sociotécnica que alinha a ciência forense com políticas de governação estatal, as leis e as práticas de investigação criminal e os imaginários culturais em torno do DNA e do trabalho de investigação criminal é realizada a partir dos conceitos de biolegalidade e de imaginário forense, por sua vez ancorados, respetivamente, nas noções de biocidadania e de bioidentificação. Adotou‑se uma perspetiva teorico‑metodologica de tipo interpretativo e qualitativo fundamentada em análise de legislação e na compreensão de sentidos e significados atribuídos à utilização de tecnologia de DNA da parte de elementos da Polícia Judiciária. O nosso objetivo é discutir algumas modalidades de tensões locais criadas por processos de exportação da tecnologia de DNA, que têm a sua origem em sociedades e culturas com diferentes histórias de governação de tecnologia, de regulação das práticas de investigação criminal e de produção de prova em tribunal. cCoimbradJunho 2012vVol. 97tRevista Crítica de Ciências Sociaisx2182-7435pp. 61-84 aADN aBASE DE DADOS aLOCAL DO CRIME aPOLÍCIA CIENTÍFICA aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL aPROVA aPOLÍCIA JUDICIÁRIA aMACHADObHelena aCostabSusana