01932nam a2200241 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200018100067311008000248330098100328461007801309606002501387606002201412606002601434606002801460606002401488606002001512700002501532701001901557701002501576995008901601376029 a376029 a20151105u y0pory50 ba apor aObserving offendersbRecurso eletrónicoeincident reports by surveillance detectives, uniformed police, and civiliansfAnnelies Vredeveldt, Joris W. Knol, Peter J. van Koppen aManuscrito original dos autores. Ficheiro de 381 KB em formato PDF (30 p.). aOs relatórios policiais acerca de uma observação ocular no decurso de uma vigilância podem constituir-se como prova nos tribunais da Holanda. Após o visionamento de um vídeo de uma transação de droga, são comparados os relatórios produzidos por elementos policiais e por civis, de forma a detetar quais o que serão mais completos e precisos. Os resultados mostram que os relatórios policiais são mais completos, sobretudo quanto à informação criminal recolhida, e os relatórios produzidos por polícias especialistas em vigilância de pessoas mais precisos. Os três elementos fulcrais que determinam estas diferenças são a capacidade de recolha da informação, a formação e a experiência dos elementos policiais. Cientificamente, fica provada a ideia comum de que os polícias têm um melhor desempenho na descrição de eventos por comparação com os civis, o que pode ter implicações no sistema penal da Holanda. d21 August 2015vtLegal and Criminological Psychologyx2044-8333pp. 1-30 aRELATÓRIO POLICIAL aTESTEMUNHA OCULAR aOBSERVAÇÃO OCULAR aVIGILÂNCIA DE PESSOAS aPSICOLOGIA CRIMINAL aPAÍSES BAIXOS aVREDEVELDTbAnnelies aKNOLbJoris W. aVAN KOPPENbPeter J. 104PJCD_263_00000000000000052022-06-069403810aPJcPJkPJCD 263n2022-06-06o0rAP