01755nam a2200229 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200009900067311004300166330093300209461008801142606002701230606003101257606002201288606003201310606002401342606002301366700002701389701002101416995008801437375776 a375776 a20150410u y0pory50 ba apor aSubstâncias psicoativas, à margem da marginalidadefMaria João Caldeira, Vitor Nuno Pita a(*). Resumo inserto na publicação. aO fenómeno das novas substâncias psicoativas (NSP) veio colocar novos desafios aos Estados, no que respeita às orientações de política criminal em matéria de tráfico de estupefacientes. A versatilidade demonstrada por estas novas substâncias psicoativas, em conjugação com soluções legislativas de diferente amplitude são presa fácil para as pesadas engrenagens dos mecanismos de controlo internacional deste tipo de substâncias e constituem poderoso inimigo da eficiência desejada no que diz respeito ao combate ao tráfico de estupefacientes. Cabe às diferentes entidades forenses contribuir para erodir essas dificuldades, não só através da ação no terreno, mas também através de reflexão consciente, capaz de identificar a verdadeira extensão do problema e, em conjunto, adotar as melhores soluções legislativas, que tendam a permitir um controlo eficaz destas NSP. cLisboadDez. 2014/ Jan. 2015vNº 8tInvestigação Criminalx1647-9300pp. 10-27 aANÁLISE LABORATORIAL aLABORATÓRIO DE POLÍCIA aDROGA SINTÉTICA aSUBSTÂNCIA PSICOTRÓPICA aPOLÍTICA CRIMINAL aTRÁFICO DE DROGA aCALDEIRAbMaria João aPITAbVitor Nuno 104PJ_35137_00000000000000052022-06-069403557aPJcPJkPJ35137n2022-06-06o0rAP