01090nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200008900056311004400145330053600189461005700725606002700782606003000809606002000839606002900859700003200888375744 a20150318u y0pory50 ba apor aA crise financeira e a soft defencebRecurso eletrónicofAntónio Rebelo de Sousa a(*). Resumo inserto na publicação.  aPretende-se no presente artigo analisar as virtualidades do conceito de soft defence e, muito em particular, da acção subversiva, chamando-se, todavia, a atenção para a indispensabilidade de, concomitantemente, se manter a hard defence. Procura-se, ainda, sublinhar a importância de uma adequada articulação entre soft defence e hard defence, no actual quadro de crise económica e financeira internacional, apontando-se, simultaneamente, para o reforço da vertente federalista do processo integracionista europeu. cPortod2012vNº 6/7tLusíadax0872-2498pp. 71-81 aRECESSÃO ECONÓMICA aSEGURANÇA INTERNACIONAL aDEFESA NACIONAL aTERRORISMO INTERNACIONAL aSOUSAbAntónio Rebelo de