01678nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048101000800056200010800064311003000172330110000202461007901302606001601381606002701397606002801424710005601452375604 a20141218u y0pory50 ba aeng apor aO filicídio e a perspetiva da psiquiatria forensebRecurso eletrónicofMargarida Duarte ...[et al.] aResumo inserto no artigo. aA sociedade e a comunidade científica mostram, desde longa data, interesse em compreender o filicídio. Nestes casos cabe à Psiquiatria Forense apurar a existência de patologia psiquiátrica importante para determinar a responsabilidade penal. Com esteartigo, pretendeu-se revisitar a literatura sobre o filicídio, caracterizando fatores motivacionais e identificando variáveis demográficas e clínicas de risco, com ênfase sobre os aspetos psicopatológicos e o papel da Psiquiatra Forense. A classificação do filicídio tem evoluído, reconhecendo-se diferentes fatores motivacionais: altruísmo (seguido ou não de suicídio), psicose, acidental, vingança do cônjuge ou filho indesejado. Vários autores identificaram alguns fatores de risco psicopatológicos (presença de psicose, depressão, tendência suicida, antecedentes psiquiátricos prévios) e ambientais (stress psicossocial, fraca rede de apoio sociofamiliar). À Psiquiatria Forense pode ser solicitado saber se o filicida, à data da prática dos factos, era inimputável/imputável. cMaiadJaneiro 2014vN.º 6tPsiquiatria, Psicologia & Justiçax2182-9381 aFILICÍDIO aPERTURBAÇÃO MENTAL aANÁLISE PSICOLÓGICA aO FILICÍDIO E A PERSPETIVA DA PSIQUIATRIA FORENSE