02035nam a2200217 4500001000700000100004100007101000800048200006700056311024000123330112300363461011701486606002801603606002301631606002401654606001801678606001301696606002201709606004301731606001801774700002501792375572 a20141014u y0pory50 ba apor aA investigação criminal na "Dark Web"fDavid Silva Ramalho aTrabalho que corresponde fundamentalmente ao relatório de mestrado em Ciências Jurídico-Criminais, apresentado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (2011/2012), no âmbito da disciplina de Direito Processual Penal.  aIntrodução. I. A "Deep Web" e a "Dark Web". 1. A "Deep Web" e a "Surface Web". 2. A navegação na "Deep Web". 2.1. "Freenet". 2.2. "The Onion Router" (Tor). 3. A incursão da cibercriminalidade na "Deep Web": a "Dark Web" e as "Darknets". 4. As "bitcoins". II. A recolha de prova na "Dark Web". 1. A obtenção de dados informáticos armazenados num sistema informático. 1.1. A revelação expedita de dados de tráfego. 1.2. A injunção para apresentação ou concessão do acesso a dados. 1.3. A apreensão de dados informáticos. 1.3.1. O acesso a dados informáticos publicamente acessíveis. 2. A interceção de comunicações. 3. As ações encobertas em ambiente digital. III. Novos contributos da ciência forense digital e seu enquadramento processual penal. 1. A identificação do suspeito na "Dark Web". 1.1. Analise textual do suspeito na "Dark Web". 1.2. Os ataques de "fingerprinting". 1.3. O recurso a "malware" e a "hyperlink sting operations". 2. Análise de dados informáticos apreendidos na "Dark Web". 2.1. O uso de "metadata". 2.2. "PhotoDNA". Conclusões. cCoimbradAbril-Setembro 2013vAno 4, nº 14-15tRevista de Concorrência e Regulaçãox1647-5801pp. 383-429 aPIRATARIA INFORMÁTICA aCRIME VIA INTERNET aCRIME INFORMÁTICO aPROVA DIGITAL aINTERNET aREALIDADE VIRTUAL aTÉCNICA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL aDIREITO PENAL aRAMALHObDavid Silva