01324nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200007900056311003500135330080000170461008300970606001201053606001701065606001601082606002001098700003601118375525 a20140724u y0pory50 ba apor aSádico ou não-sádico, eis a questãofJosé Martins Barra da Costa a(*). Resumo inserto no artigo. aSadismo é a temática que melhor cruza a aliança «crime, sexo e violência». Os nossos argumentos percorrem, primeiro, campos relacionados com as «indefinições» do próprio conceito (o termo sadismo deve ser utilizado quando há imposição intencional de sofrimento físico ou psicológico, associada a excitação sexual ou gratificação por parte do agressor), seguindo-se uma clarificação sobre a confusão entre sadismo e "lustmurder", no pressuposto de que todos os homicídios sádicos podem ser classificados como «homicídios por luxúria», mas nem todos os "lustmurder" envolvem sadismo. Num segundo momento apresentamos exemplos de casos em que o comportamento do agressor foi rotulado como sádico ou como não-sádico, nem sempre corretamente. cLisboadDezembro 2013vNº 6tInvestigação Criminalx1647-9300pp. 126-141 aSADISMO aCRIME SEXUAL aHOMICÍDIO aESTUDO DE CASOS aCOSTAbJosé Martins Barra da