02150nam a2200217 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200018800067311003000255330124700285461010101532606002801633606002901661606003801690606003201728606002301760606002801783700003301811995008801844375484 a375484 a20140617u y0pory50 ba apor aCooperação policialeos Centros de Cooperação Policial e Aduaneira e a Guarda Nacional Republicanaea recolha e o intercâmbio de informaçõesfVanessa Gonçalves Martins aResumo inserto no artigo. aA conjuntura atual em que Portugal se insere, no âmbito da criação do Espaço Schengen, levou à necessidade de criação e implementação de novas ferramentas de cooperação transfronteiriça para combater a criminalidade. Os Centros de Cooperação Policial e Aduaneira permitiram reforçar esta cooperação em termos de intercâmbio de informações, proporcionando às autoridades portuguesas e espanholas maior capacidade para combaterem eficazmente a criminalidade. Neste âmbito, o presente estudo teve como objetivo determinar o papel dos Centros de Cooperação Policial e Aduaneira na recolha e intercâmbio de informações policiais, utilizando como instrumentos de recolha de dados, as entrevistas e os questionários. Na qualidade de plataformas de intercâmbio transfronteiriço de informações, os Centros de Cooperação Policial e Aduaneira contribuem significativamente para a prevenção e repressão da criminalidade nas zonas transfronteiriças. Estes mecanismos permitem às unidades operacionais que solicitam informação, a obtenção das respostas o mais completas possíveis e no mais curto espaço de tempo, permitindo uma atuação imediata, se necessário. cLisboad2014vSérie VII, n.º 7tProelium - Revista da Academia Militarx1645-8826pp. 161-188 aCOOPERAÇÃO POLICIAL aCOOPERAÇÃO ADUANEIRA aCOOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA aGUARDA NACIONAL REPUBLICANA aACORDO DE SCHENGEN aINFORMAÇÃO CRIMINAL aMARTINSbVanessa Gonçalves 104PJ_34497_00000000000000052022-06-069403265aPJcPJkPJ34497n2022-06-06o0rAP