01486nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200006800056311000900124330087300133461010601006606002701112606003001139606002701169606002401196606001801220606002701238700002701265375427 a20140217u y0pory50 ba apor aVários actores à procura de um papelfJ. N. Cunha Rodrigues a(*). aNeste texto, em forma de conto, o autor traça a história do primeiro DIAP, o de Lisboa, evocando sempre o papel de quatro “actores” (o poder político, a magistratura judicial, a magistratura do Ministério Público e a Polícia Judiciária).A alteração dos paradigmas da justiça criminal e a evolução da acção penal e do sistema penal desde os finais da segunda grande guerra servem de ponto de partida à análise da evolução das relações entre os seus quatro “actores”. Abordando as grandes alterações legislativas relativas à investigação criminal e à instrução criminal, o antigo Procurador-Geral da República, revisitando ainda várias instituições e leis, enriquece o texto com algumas das suas memórias dos percursos dos juízes de instrução criminal, do Ministério Público e do DIAP. cLisboadOutubro-Dezembro 2013vAno 34, nº 136tRevista do Ministério Públicox0870-6107pp. 9-27 aINSTRUÇÃO CRIMINAL aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL aMINISTÉRIO PÚBLICO aPOLÍTICA CRIMINAL aSISTEMA PENAL aPOLÍCIA JUDICIÁRIA aRODRIGUESbJ. N. Cunha