02125nam a2200145 4500001000700000100004100007101000800048200009100056311041400147330122200561461010401783606003201887606002501919700003501944375325 a20131004u y0pory50 ba apor aA formação de magistrados em PortugaleperspectivasfRui do Carmo Moreira Fernando a(*). Resumo inserto na publicação. Texto da intervenção proferida no Colóquio "Formação de Magistrados e Cidadania", organizado pelo Ministério da Justiça, Centro de Estudos Judiciários, Gabinete de Auditoria e Modernização e Gabinete de Política Legislativa e Planeamento, realizado nos dias 6 e 7 de abril de 2001, no Auditório da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.  aO ingresso na magistratura deverá continuar a passar pela existência de um período de formação profissionalizante após a licenciatura, que parta dos conhecimentos sobre as principais áreas do direito adquiridos nas Universidades para reflectir e experimentar a sua aplicação à vida, complementando-os com conhecimentos de outros ramos do saber igualmente essenciais para o correcto cumprimento das funções. O objectivo deverá ser formar magistrados que tenham uma boa compreensão da função social que vão exercer e do seu estatuto constitucional e profissional; que sejam capazes de apreender e compreender os factos da vida e a complexidade dos problemas que são colocados à sua apreciação, de os tratar com competência técnica, alto sentido de responsabilidade e de serviço à causa pública da justiça; e cuja entrada no sistema de justiça seja, para este, um factor de inovação. A formação permanente deve ser entendida como um direito dos magistrados, os quais, por sua vez, terão de encarar a sua actualização, melhoria dos conhecimentos e competência como um dever, numa carreira que deve premiar cada vez mais a competência profissional. cLisboadJulho/Setembro 2001vAno 22, nº 87tRevista do Ministério Públicox0870-6107pp. 63-81 aFORMAÇÃO DE MAGISTRADOS aSISTEMA JUDICIÁRIO aFERNANDObRui do Carmo Moreira