01909nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200016300056311017900219330114100398461012701539606003001666606002001696606001201716700002301728375214 a20130429u y0pory50 ba aeng aRotten apples versus rotten barrels in white collar crimebRecurso eletrónicoea qualitative analysis of white collar offenders in NorwayfPetter Gottschalk aTradução parcial do resumo inserto no artigo. Disponível também em: https://www.sascv.org/ijcjs/pdfs/Gottschalkijcjs2012iindissue.pdf . Acedido em 29 de abril de 2013. aO crime de colarinho branco é um crime financeiro cometido por criminosos de colarinho branco. Casos sensacionais e estudos de crime de colarinho branco, aparecem regularmente na imprensa e em revistas especializadas em crime e ética. É certamente interessante ver comportamentos individuais de atos criminosos de crimes de colarinho branco, apercebidos enquanto “maçãs podres” ou como indicação do falhanço do sistema na empresa, indústria ou sociedade no seu todo. A perspetiva de crime ocupacional favorece o modelo individualista de comportamento desviante, que é um modelo humano falhado de mau comportamento e crime. Esta visão de “maçã podre” do crime de colarinho branco é uma perspetiva confortável de adotar pelas organizações empresariais na medida em que lhes permite apenas olhar para os suspeitos individuais. Na amostra de 255 criminosos de colarinho branco, as “maças podres” tiveram sentenças de prisão, em média, de 2,8 anos, enquanto os restantes foram punidos com apenas 1,9 anos. Esta amostra teve por base dados publicados em jornais na Noruega de 2009 a 2012. cTamil NadudJuly-December 2012vVol. 7, N.º 2,tInternational Journal of Criminal Justice Sciencesx0973-5089pp. 575-590 aCRIME DE COLARINHO BRANCO aESTUDO DE CASOS aNORUEGA aGOTTSCHALKbPetter