01687nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200009800056311001600154330109600170461009801266606003201364606003401396606003501430606002101465700003101486375196 a20130404u y0pory50 ba apor aAs redes judiciárias europeias na administração da justiçafAlexandre Baptista Coelho a(*) CD 296. a"A existência, no espaço europeu, de órgãos jurisdicionais internacionais não invalida que a administração da justiça, nas suas várias incidências organizativas, seja ainda matéria que continua fundamentalmente no foro interno dos Estados." O autor, a propósito das redes de cooperação judiciárias, reflete sobre as seguintes matérias: instrumentos de cooperação judiciária internacional (mandado de detenção europeu e transferência de pessoa condenada); rede judiciária europeia, criada em 1998, para promover e intermediar procedimentos de cooperação em matéria penal (crime organizado, corrupção, tráfico de droga e terrorismo); rede judiciária europeia em matéria civil e comercial (criada em 2001); representação nacional nestas redes assegurada através de pontos de contacto (Eurojust - 2001, Ibered - 2004, CPLP - 2005); análise da comunicação da Comissão de 13 de Setembro de 2011, intitulada "Gerar confiança na justiça à escala da UE - Uma nova dimensão para a formação judiciária europeia." cLisboadJaneiro/Fevereiro 2013vN. 98/99tBoletim da Ordem dos Advogadosx0873-4860pp. 34-35 aCOOPERAÇÃO JUDICIÁRIA aESPAÇO JUDICIÁRIO EUROPEU aADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA aUNIÃO EUROPEIA aCOELHObAlexandre Baptista