01667nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200010100056311003500157330110600192461007801298606003001376606002501406606002401431700002501455701001701480374753 a20120113u y0pory50 ba apor aExiste uma "personalidade" dos criminosos de colarinho branco?fInês Sousa Guedes, José Cruz a(*). Resumo inserto no artigo. aNo seguimento dos trabalhos efectuados por Sutherland nos anos 40 sobre o crime de colarinho branco, as abordagens individuais nessa área têm sido postas de parte, destacando-se as teorias dominantes do foro organizacional. A partir dos anos 90, os estudos que procuram estudar a relação entre traços de personalidade e o cometimento de crimes de colarinho branco Têm vindo a aumentar, produzindo-se resultados mistos. Por um lado, um conjunto de investigações conclui pela existência de traços distintos entre criminosos e não criminosos, todavia, outros estudos divergem totalmente dos anteriores. Este artigo tem como objectivo efectuar uma revisão da literatura sobre este tema, procurando-se responder à questão da importância da personalidade enquanto variável explicativa do crime de colarinho branco. Discutir-se-á, de igual modo, as implicações dos estudos anteriores, mais concretamente no que toca à utilização de testes de personalidade para aferir a probabilidade de cometimento de crimes aquando da contratação de empregados para empresas. cLisboadSetembro 2011vAno 4, nº 10tOusar Integrarx1647-0109pp. 47-60 aCRIME DE COLARINHO BRANCO aPERFIL PSICOLÓGICO aPSICOLOGIA CRIMINAL aGUEDESbInês Sousa aCruzbJosé