01568nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200007700056311016400133330089000297461009201187606001301279606003901292606001801331606002101349700002801370374620 a20110929u y0pory50 ba apor aO "arrastão" de Carcavelos como onda noticiosafGonçalo Pereira Rosa aResumo inserto no artigo. Também disponível em: https://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1309942728U4dNW7go5Dl63DV7.pdf. Acedido a 29 de Setembro de 2011. aO crime fornece aos meios de comunicação uma matriz de desvio comportamental e gera uma fonte inesgotável de notícias. Em contextos muito particulares, o grau de unanimidade entre meios de comunicação, o consenso entre definidores primários, o volume da cobertura jornalística e o exagero ou distorção inerentes à catalogação de várias ocorrências numa categoria ressonante geram ondas noticiosas num curto intervalo temporal, um fenómeno que carece ainda de enquadramento sociológico. O artigo descreve como o “arrastão” de Carcavelos de 2005 acompanhou o modelo descrito por Peter Vasterman para as ondas noticiosas, sugerindo um elemento adicional: quando a onda noticiosa se forma perante um consenso alargado, é escassa a disponibilidade para incorporar na cobertura jornalística elementos que contradigam o enquadramento predominante." cLisboad1.º trimestre 2011vVol. 46, n.º 198tAnálise Socialx0003-2573pp. 115-135 aIMPRENSA aMEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS aCRIMINALIDADE aANÁLISE SOCIAL aROSAbGonçalo Pereira