01337nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200008900056330082200145461010800967606002401075606002701099606001701126606001601143700002001159374567 a20110825u y0pory50 ba aeng aInjury photographybRecurso eletrónicoeis it more than skin deep?fNicholas Marsh aPese embora o facto de nos encontrarmos inseridos na era digital e alguma tendência para diminuição da importância do papel desempenhado pelo fotógrafo forense, o articulista partilha as experiências da ERU – Service Evidence Recovery Unit (Metropolitan Police) – no âmbito da fotografia forense, nomeadamente aspectos ligados à detecção, desenvolvimento e registo preciso das lesões para interpretação ou posterior comparação. É assim feita uma abordagem às técnicas utilizadas (referências cromáticas, ultravioleta refletida, fluorescência, infravermelhos, etc), dando particular atenção à polarização cruzada como uma solução simples para problemas comuns e a qual vem sendo utilizada como técnica standard na investigação criminal desta polícia. cBedforddAutumn 2010vVol. 6, nº 2tThe Journal of Homicide and Major Incident Investigationpp. 45-55 aFOTOGRAFIA POLICIAL aPOLÍCIA CIENTÍFICA aMETODOLOGIAS aREINO UNIDO aMARSHbNicholas