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    <subfield code="a">Puni&#xE7;&#xE3;o, isen&#xE7;&#xE3;o criminal e direito econ&#xF3;mico</subfield>
    <subfield code="e">o art. 26.&#xBA; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro e o Instituto da Isen&#xE7;&#xE3;o de Pena no dom&#xED;nio da doutrina geral da infrac&#xE7;&#xE3;o anti-econ&#xF3;mica</subfield>
    <subfield code="f">Gon&#xE7;alo Meneses</subfield>
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    <subfield code="a">Resumo inserto no artigo.</subfield>
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    <subfield code="a">I PARTE. O art.&#xBA; 26.&#xBA; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro: sua natureza, fundamento e sentido. Capo I &#x2013; Introdu&#xE7;&#xE3;o. I &#x2013; Puni&#xE7;&#xE3;o, tipo e isen&#xE7;&#xE3;o criminal: o art.&#xBA; 26 do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro como &#xAB;regulae excludendi&#xBB;. II &#x2013; O &#xAB;instituto&#xBB; da isen&#xE7;&#xE3;o de responsabilidade criminal no interior do universo penal: figura dogm&#xE1;tica ou &#xAB;express&#xE3;o idiom&#xE1;tica&#xBB;? Cr&#xED;tica &#xE0; sua autonomiza&#xE7;&#xE3;o (e diferencia&#xE7;&#xE3;o) dogm&#xE1;tico-normativa. As leis n.os 2/99, de 13 de Janeiro e 101/2001, de 25 de Agosto. Cap. II &#x2013; Natureza Jur&#xED;dica. I &#x2013; O art. 26.&#xBA; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro como fundamento de impuni&#xE7;&#xE3;o &#x2013; sua configura&#xE7;&#xE3;o e defini&#xE7;&#xE3;o dogm&#xE1;tica. I. O art. 26.&#xBA; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro como causa de exclus&#xE3;o (rectior, justifica&#xE7;&#xE3;o) do il&#xED;cito. a) A insustentabilidade da proposta: as causas de justifica&#xE7;&#xE3;o como express&#xE3;o (axiol&#xF3;gico-normativa e &#xF4;nticoexistencial) de uma ponderosa preval&#xEA;ncia (in concreto) do &#xAB;justo&#xBB; e o art. 26.&#xBA; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro como norma de &#xAB;retracta&#xE7;&#xE3;o&#xBB; (ontol&#xF3;gica e pol&#xED;tico-criminalmente) fundada no arrependimento do agente. 2. O art. 26.&#xBA; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro como causa de exclus&#xE3;o (ou nega&#xE7;&#xE3;o) da culpa. a) A insustentabilidade da proposta: as causas de exclus&#xE3;o da culpa como express&#xE3;o (axiol&#xF3;gico-normativa e &#xF4;ntico-existencial) da impossibilidade de (in concreto) se censurar (&#xE9;tico-juridicamente) o agente por este, perante a press&#xE3;o duma particular situa&#xE7;&#xE3;o externo-objectiva (elemento existencial) em virtude da qual o normal cumprimento das inten&#xE7;&#xF5;es fundamentais da sua personalidade foi &#xAB;desviado&#xBB; (elemento pessoal-subjectivo), ter preservado, no geral, n&#xE3;o obstante o facto praticado, uma atitude de fidelidade ao Direito (elemento emocional) e o arrependimento do agente como momento (&#xE9;tico-conscencioso) posterior &#xE0; realiza&#xE7;&#xE3;o do il&#xED;cito-t&#xED;pico. 3. O art. 26. &#xB0; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro como causa de exclus&#xE3;o da punibilidade (stricto sensu). a) O crime como comportamento il&#xED;cito-t&#xED;pico, culposo e digno de pena: a punibilidade como &#xFA;ltima das categorias sistem&#xE1;ticas integrantes do conceito (jur&#xED;dico-penal) de crime, normativa e pol&#xED;tico-criminalmente estratificada no princ&#xED;pio (condutor) da dignidade penal (Strafw&#xFC;rdigkeit). b) Conceito e estrutura de pressuposto (adicional) de punibilidade. Exemplos. Condi&#xE7;&#xF5;es objectivas de punibilidade e causas subjectivas de (im)punibilidade (breve excurso). c) O art. 26. &#xB0; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro como causa de exclus&#xE3;o da punibilidade (stricto sensu), maxime como causa pessoal de levantamento da pena, normativo-materialmente radicada no regresso do agente ao Direito e na consequente op&#xE7;&#xE3;o (legislativa) de se considerar que, havendo retracta&#xE7;&#xE3;o, o facto (anteriormente praticado) j&#xE1; n&#xE3;o reclamar, sob ponto de vista pol&#xED;tico-criminal, uma puni&#xE7;&#xE3;o (conclus&#xE3;o). 4. Consequ&#xEA;ncias e relevo dogm&#xE1;tico-conceitual e pr&#xE1;tico-normativo da sua exacta configura&#xE7;&#xE3;o (dogm&#xE1;tica) como causa de exclus&#xE3;o da punibilidade (stricto sensu). a) O art. 26. &#xB0; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro como exemplo paradigm&#xE1;tico de um claro caso de miss-labeled rule: a isen&#xE7;&#xE3;o de responsabilidade criminal ali definida como um aut&#xEA;ntico caso de isen&#xE7;&#xE3;o de pena. Cap. III &#x2013; Fundamento, sentido e finalidades. I &#x2013; O sentido e alcance da figura da isen&#xE7;&#xE3;o de pena no dom&#xED;nio das infrac&#xE7;&#xF5;es anti-econ&#xF3;micas: sua justifica&#xE7;&#xE3;o, fun&#xE7;&#xE3;o e significado pol&#xED;tico-criminal. II PARTE. O art. 26. &#xB0; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro: elementos t&#xED;picos e regime jur&#xED;dico. Cap. I &#x2013; An&#xE1;lise Sistem&#xE1;tica e Regime Legal. I &#x2013; O instituto da isen&#xE7;&#xE3;o de pena no DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro. Considera&#xE7;&#xF5;es preliminares. I. A quest&#xE3;o da sua localiza&#xE7;&#xE3;o sistem&#xE1;tica no contexto das rela&#xE7;&#xF5;es entre a &#xAB;Parte Geral&#xBB; e &#xAB;Parte Especial&#xBB; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro. 2. Confronto com figuras pr&#xF3;ximas: a desist&#xEA;ncia (art. 27. &#xB0;) - sentido geral, maxime. a) afinidades (fundamento ontol&#xF3;gico-jur&#xED;dico comum-arrependimento do agente); b) diferen&#xE7;as [-) causa de extin&#xE7;&#xE3;o da pena vs. causa de atenua&#xE7;&#xE3;o da pena; -) norma de &#xAB;retracta&#xE7;&#xE3;o&#xBB; vs. norma de &#xAB;repara&#xE7;&#xE3;o&#xBB;]; c) crit&#xE9;rio geral de distin&#xE7;&#xE3;o [a isen&#xE7;&#xE3;o como condi&#xE7;&#xE3;o (ou elemento) especial de punibilidade (lato sensu) a funcionar ap&#xF3;s a perfei&#xE7;&#xE3;o do delito e a desist&#xEA;ncia como circunst&#xE2;ncia modificativa (atenuante) de car&#xE1;cter espec&#xED;fico ou especial a funcionar ap&#xF3;s a consuma&#xE7;&#xE3;o do crime]. II &#x2013; O instituto da isen&#xE7;&#xE3;o de pena no DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro (cont.). Regime Jur&#xED;dico. I. &#xC2;mbito de aplica&#xE7;&#xE3;o. 2. Notas caracterizadoras. 3. Elementos t&#xED;picos da exclus&#xE3;o da puni&#xE7;&#xE3;o (pressupostos). a) Arrependimento (elemento subjectivo): atitude interior de contri&#xE7;&#xE3;o e consequente decis&#xE3;o (&#xE9;tico-conscenciosa) de auto-correc&#xE7;&#xE3;o. b) Ac&#xE7;&#xE3;o do agente (elemento objec-tivo): retirada do mercado dos bens afectados, acompanhada da sua den&#xFA;ncia p&#xFA;blica. c) Termo da execu&#xE7;&#xE3;o da ac&#xE7;&#xE3;o (elemento temporal):  anterioridade relativamente a qualquer interven&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica ou den&#xFA;ncia particular. III PARTE. O art. 26. &#xB0; do DL n.&#xBA; 28/84, de 20 de Janeiro: sua  reforma e futuro. Cap. I - Notas Finais. I &#x2013; O instituto da isen&#xE7;&#xE3;o de pena e o futuro do Direito Penal Econ&#xF3;mico Portugu&#xEA;s: proposta de altera&#xE7;&#xE3;o a realizar de "iure condendo" no quadro de uma eventual revis&#xE3;o do  DL n.&#xBA; 28/84, de 20 Janeiro como corol&#xE1;rio das conclus&#xF5;es precedentes.</subfield>
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