01750nam a2200193 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200006400067311008300131330105000214461006001264606002301324606001901347606003301366606004301399700002601442995008801468374522 a374522 a20110728u y0pory50 ba apor aConservação preventiva, porquê?fMaria Luísa Cabral aResumo inserto no artigo. N.º dedicado à preservação e conservação. aO desajustamento existente entre património a salvaguardar e recursos disponíveis para o fazer aconselha a uma intervenção de carácter preventivo. Na longa história das instituições esta atitude nem sempre foi apadrinhada e mesmo hoje não é consensual naquilo que mais interessa, isto é, na própria prática. Todos aqueles que têm a seu cargo a salvaguarda do património e a gestão das colecções devem convencer-se de que não há outra opção. A solução não passa pela reposição de procedimentos e práticas que valorizem o individual em detrimento do conjunto. A salvaguarda do património pressupõe uma intervenção global, sempre interdisciplinar obrigando a uma gestão racional dos recursos existentes na instituição, colocando os departamentos responsáveis pela conservação no coração da instituição. Como acontece com outras disciplinas, a conservação corta a instituição na transversal exigindo técnicos de conservação cada vez mais qualificados. cLisboad2005vNº 15tPáginas a&bx0873-5670pp. 7-27 aSISTEMA DOCUMENTAL aARQUIVÍSTICA aTRATAMENTO DA INFORMAÇÃO aPROTECÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL aCABRALbMaria Luísa 104PJ_32073_00000000000000052022-06-069402303aPJcPJkPJ32073n2022-06-06o0rAP