01988nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200011500056311008400171330142100255461005801676606001301734606002601747606003301773700002401806374402 a20110511u y0pory50 ba apor aWeblogues como meio privilegiado para o exercício do Ombudsman em jornalismo de ciênciafFilipa M. Ribeiro aFicheiro de 51,5 Kb em formato pdf (16 p.). Resumo inserto no próprio artigo. aO conceito actual de weblogue poderá ser expandido ao se especializar e inovar as funções que desempenha. Servir como meios e suporte para o exercício do ombudsman é uma das formas de o conseguir. A nossa proposta é que esta figura se renove também no âmbito do Jornalismo de Ciência. Uma das formas de fortalecer o jornalismo na esfera pública é através não de um escrutínio arbitrário, mas de um modelo de autocrítica e de auto-regulação da actividade jornalística feita em paralelo com os contributos das partes interessadas que, no caso do jornalismo de ciência, são: jornalistas, cientistas, públicos e agentes de decisão. A junção do weblogue com a figura do ombudsman melhora, por um lado, este mecanismo de auto-regulação do jornalismo e, por outro, incrementa o potencial dos weblogues para tornar mais transparente e útil a actividade jornalística na cobertura e comunicação da cultura científica. A nossa pesquisa não encontrou nenhum caso de um ombudsman em jornalismo de ciência, pelo que a nossa intenção é apresentar uma abordagem à auto-crítica no jornalismo de ciência que tire o melhor proveito das novas tendências comunicativas e tecnológicas, apresentando o weblogue como mais uma ferramenta ao dispor do ombudsman para desmistificar as suas funções e para enfatizar o seu papel como gestor do conhecimento. cPortod2006vNº 2tPrisma.comx1646-3153pp. 273-288 aIMPRENSA aPROVEDOR DE JUSTIÇA aTECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO aRIBEIRObFilipa M.