01635nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200011900056311004000175330100900215461007701224606002501301606001001326606003801336606002001374606002601394700003301420374329 a20110316u y0pory50 ba apor aO perfil psicológico do recluso toxicodependente integrado em Unidade Livre de DrogafVanda Silvestre Lourenço aResumo inserto no próprio artigo. aO presente artigo apresenta um estudo quantitativo baseado numa amostra de 101 reclusos, distribuídos por duas Unidades Livres de Drogas de um Estabelecimento Prisional da área da Grande Lisboa, onde estão a tratar a sua toxicodependência. Para esse efeito foram recolhidos dados sócio-demográficos, comportamentais, jurídico-penais e familiares, os quais foram alvo de uma análise estatística descritiva. Em termos sócio-demográficos, os resultados da investigação indicam que a população estudada se diferencia da população reclusa no geral. Conclui-se que os primeiros contactos com drogas na adolescência ocorrem sobretudo em indivíduos provenientes de famílias monoparentais com um historial de prática de crimes patrimonais. Partindo das variáveis tipo de crime, situação familiar, habilitações literárias e idade do primeiro consumo, através de procedimentos de análise de homogeneidade (HOMALS), são definidos quatro perfis de reclusos. cLisboadJaneiro 2011vAno 4, n.º 8tOusar Integrarx1647-0109pp. 53-65 aPERFIL PSICOLÓGICO aPRESO aTRATAMENTO DA TOXICODEPENDÊNCIA aESTUDO DE CASOS aLISBOA E VALE DO TEJO aLOURENÇObVanda Silvestre