01641nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200007200056311004000128330102600168461008001194606002201274606002101296606002901317606000801346606002601354606003201380700003501412374130 a20100511u y0pory50 ba apor aAs impressões digitais genéticasfJosé Manuel Belo Lopes Rosa aResumo inserto no próprio artigo. aOs permanentes avanços da ciência, ao mesmo tempo que tornam mais sofisticado o crime, dificultando a acção daqueles que têm como missão combatê-lo, abrem possibilidades aos investigadores e alimentam a esperança de todos aqueles que pugnam por um mundo mais justo. Em tal contexto, as polícias têm que apostar nas novas técnicas e tecnologias, sob pena de continuarem a perder terreno para as organizações que elegem o crime como um meio de gerar lucro fácil. A GNR, encontrando-se em fase de reorganização das estruturas de investigação criminal, dispõe hoje de militares habilitados e de órgãos dotados com material adequado à recolha, tratamento e transporte de vestígios lofoscópicos, biológicos e não biológicos. O presente artigo, abordando aspectos no âmbito do tratamento de vestígios biológicos, ilustra a importância do ADN na produção de prova, bem como a actividade pedagógica necessária junto de todo o dispositivo que importa continuar. cLisboadJulho-Setembro 2002vAno 14, n.º 3tPela Lei e Pela Greipp. 10-11 aCIÊNCIA FORENSE aRECOLHA DA PROVA aANÁLISE DE VESTÍGIOS aADN aPRODUÇÃO DE PROVA aGUARDA NACIONAL REPUBLICANA aROSAbJosé Manuel Belo Lopes