01465nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200006700056311006900123330093400192461006901126606001801195606005001213606001201263700003201275373867 a20090429u y0pory50 ba aspa aCongreso policial de dactiloscopiafEva Soraya Ruíz García a(*). Tradução parcial do resumo inserto no próprio artigo. aDesde as pinturas rupestres, a marca da mão sempre foi um sinal identificador da humanidade. Já no ano 600 a.C., tanto na China como no Japão, se utilizava para firmar contratos ou selar acordos. Na sociedade primitiva, aos delinquentes era-lhes feita uma marca a fogo como meio de individualização e exemplificação que se chamava tatuagem policial. Todas estas marcas foram utilizadas até meados do século XIX, desaparecendo com o nascimento das doutrinas penais. Depois de grandes mudanças motivadas pelo contínuo avanço da ciência, durante as últimas décadas a dactiloscopia tem sido o método principalmente utilizado para a identificação de pessoas. O estudo comparativo das impressões digitais e marcas deixadas levou à concludente resolução de casos judiciais em que tais sinais constituíram uma evidência inegável da presença de um determinado sujeito no local do crime. cMadriddDiciembre 2008vN.º 218tPolicíax0213-4012pp. 28-33 aDACTILOSCOPIA aCOLÓQUIOS, CONFERÊNCIAS, CONGRESSOS, ETC. aESPANHA aRUÍZ GARCÍAbEva Soraya