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    Os defensores da justiça restaurativa afirmam tanto a sua eficácia em relação a crimes sexuais, como a habilidade para atenuar relações de poder entre as partes e debelar os danos. Este artigo analisa a probabilidade da justiça restaurativa constituir uma das vias a ter em conta na difícil área dos crimes sexuais contra crianças, reanalisando dados de um estudo (Daly 2006) e comparando-a com outras reformas no julgamento do crime sexual. Conclui que não há prova suficiente que suporte a visão que considera existirem benefícios inerentes no processo reparador que ofereça às vítimas uma forma superior de justiça.
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