02258nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200003600056311000800092330181600100461008301916606001701999606001402016606001602030606002502046700001702071373567 a20080620u y0pory50 ba aeng aOffenders who bitefJoseph Diaz a(*) aO artigo começa por descrever o caso de um triplo homicídio, no qual duas das vítimas, após exame “post-mortem”, revelaram diversas marcas de mordeduras e terem sido alvo de abuso sexual, sem, no entanto, registarem sinais de violação. Este caso, que durante seis meses não teve quaisquer desenvolvimentos investigatórios, apenas sofreu avanços após o homicida se ter entregue voluntariamente às autoridades. Na opinião do articulista este caso foi rotulado como uma agressão sexual de natureza típica pelos investigadores, não tendo as mordeduras representado um papel preponderante. Encarando a mordedura como um aspecto essencial da agressão sexual, a possibilidade desta representar um acto igualmente satisfatório, tal como o acto da penetração, e que satisfaz os intentos do agressor, o articulista relembra que as mordeduras são comuns, daí que devam constituir elemento primário da investigação, e que apontam para uma tipologia única de agressor. Destaca a importância de determinados aspectos na avaliação do agressor, designadamente na sua fase recém-nascida, o facto de se tratarem, por norma, de indivíduos tímidos, que nunca tiveram uma relação amorosa duradoura e para quem o acto das mordeduras representa uma forma de obter um sentimento de contentamento e conforto. O articulista descreve ainda a experiência da troca de correspondência com um “serial killer”, a qual se revelou maioritariamente profícua na análise de crimes violentos de natureza sexual, mas que contribuiu igualmente para o esclarecimento de alguns pormenores sobre as mordeduras, concluindo tratar-se da consolidação de fantasias sexuais, as quais estão particularmente ligadas à imaturidade e insegurança emocional do indivíduo. cLondond11 January 2008vVol. 116, n. 5961tPolice Reviewx0309-1414pp. 30-33 aCRIME SEXUAL aMORDEDURA aHOMICÍDIO aPERFIL PSICOLÓGICO aDIAZbJoseph