02204nam a2200193 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200007300067330157300140461008501713606001001798606002201808606001901830606003001849606001901879700002401898995008801922373548 a373548 a20080509u y0pory50 ba aeng aThe role of medical examiners in law enforcementfJ. C. Upshaw Downs aÉ cada vez mais evidente a necessidade de cooperação entre os agentes policiais responsáveis pela investigação criminal e as equipas forenses, constituídas por médicos legistas e por outros especialistas destacados para investigar as mortes. Os sistemas de investigação dessas mortes carecem de uniformidade e proliferam desregradamente nos Estados Unidos, registando-se a existência de duas entidades – o “coroner” e o “medical examiner” – que embora se situem na mesma área de intervenção, têm origens, formação técnica ou académica e nomeação para o cargo diferentes. No artigo é analisado o papel destes profissionais na investigação criminal e define-se “cause of death” (determinação da causa da morte) e “manner of death” (descrição da circunstância em que a morte ocorreu: natural, acidente, homicídio, suicídio e indeterminada) para minimizar arbitrariedades normativas. Analisa-se a autoridade, a jurisdição, a metodologia de abordagem e a protecção do local do crime, com recurso a exemplos de casos reais. Alerta-se para o facto dos especialistas médicos poderem diferir de opinião, obrigando os responsáveis pela investigação da morte a estarem preparados para antecipar quaisquer tentativas de defesa que coloque em risco toda a investigação criminal. Apresentam-se sugestões para melhorar a cooperação entre as forças policiais e as estruturas de medicina legal e, ainda, algumas que podem ajudar na investigação de mortes de crianças. cWashingtondNovember 2007vV. 74, n. 11tPolice Chief (The)x0915-2571pp. 44-48 aMORTE aCIÊNCIA FORENSE aMEDICINA LEGAL aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL aESTADOS UNIDOS aDOWNSbJ. C. Upshaw 104PJ_28428_00000000000000052022-06-069401329aPJcPJkPJ28428n2022-06-06o0rAP