02010nam a2200181 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200006400067311004000131330140900171461008001580606002501660606001201685606002001697700002301717995008801740373527 a373527 a20080410u y0pory50 ba apor aA dura realidade da pirataria marítimafH. Portela Guedes aResumo inserto no próprio artigo. a"Actualmente considera-se que mais de 90% do comércio mundial é transportado por via marítima, envolvendo cerca de 50 214 navios mercantes de carga. Estes navios são tripulados por cerca de 1 milhão de homens de quase todas as nações do mundo. O comércio por mar tornou-se vital para o crescimento e sustentação económica de muitos Estados. Se atendermos a que um navio porta contentores transporta, em média, o equivalente a 10.000 camiões de Transporte Internacional Rodoviário (TIR) e que um navio graneleiro leva cerca de 200.000 toneladas de trigo, o que dá para alimentar cerca de 500.000 pessoas durante um ano, torna-se impossível imaginar o comércio mundial sem navios. Perante estes números e tendo em conta o crescente aumento do comércio internacional por mar, não restam dúvidas que os actos ilícitos de «Pirataria» e «Assaltos à Mão Armada Contra Navios» (AMACN), representam uma ameaça crescente e de extrema perigosidade para a segurança marítima, atendendo sobretudo à sua imprevisibilidade e consequências." Abordam-se neste artigo os seguintes pontos: a evolução da lei internacional; a situação actual da "pirataria" e dos "assaltos à mão armada contra navios" e suas tendências; "the state of the art" no combate à "pirataria" e aos "assaltos à mão armada contra navios"; perspectivas futuras. cLisboadAbril 2008vAno 37, nº 418tRevista da Armadax0870-9343pp. 12-14 aPIRATARIA MARÍTIMA aASSALTO aDESVIO DE NAVIO aGUEDESbH. Portela 104PJ_28735_00000000000000052022-06-069401308aPJcPJkPJ28735n2022-06-06o0rAP