01460nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200009200056311019700148330072300345461011401068606001801182606001801200606002201218606002001240700003001260373509 a20080324u y0pory50 ba apor aO sentimento de insegurança na discursividade sobre o crimefJosé Manuel Pires Leal aPublicado também na revista do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, "Sociologias" Porto Alegre, n.º 23, A.12, Jan-Abr 2010, pp. 394-427. aIntrodução. Apontamentos sobre o método. Os espaços de Mértola e Linha de Sintra. Expressões acerca da insegurança. A rede de vizinhança e os laços de solidariedade. Representações sobre a insegurança no local de residência. O espelho reflexo Linha de Sintra-Mértola. Imagens estereotipadas dos supostos agentes causadores da insegurança. Medidas preventivas face à insegurança. O maior receio e as formas de violência representadas como mais frequentes. A pena de morte, a prisão perpétua, e a facilidade na obtenção da licença de uso e porte de arma de defesa. A comunicação social enquanto agente no processo de construção do discurso. Considerações finais. cCoimbradJulho-Setembro 2007vAno 17, n.º 3tRevista Portuguesa de Ciência Criminalx0871-8563pp. 475-503 aCRIMINALIDADE aVITIMAÇÃO aSOCIEDADE E CRIME aESTUDO DE CASOS aLEALbJosé Manuel Pires