01385nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200018800056311004000244330070900284461007600993606002401069606001001093606001801103700002901121701002701150701002601177373460 a20080201u y0pory50 ba apor aA abstinência do consumo de drogas em ambiente prisionalea experiência do grupo terapêutico do E. P. PortofM. Emília Guimarães, Carlos A. Guimarães, Rui M. Ramos Morgado aResumo inserto no próprio artigo. aOs autores apresentam em primeiro lugar o racional que presidiu à elaboração de um programa de acompanhamento psicológico para reclusos abstinentes do consumo de drogas e posteriormente as características da sua implementação numa amostra de 28 indivíduos que o frequentaram durante o ano de 2002. De uma forma geral verificou-se que as causas de abandono do grupo se deveram sobretudo a razões jurídico-legais (saída em liberdade) e, atendendo aos objectivos traçados (abstinência em relação a qualquer consumo), cerca de 3/4 dos indivíduos saíram abstinentes. Os autores esperam que dados posteriores venham confirmar as expectativas positivas até agora verificadas. cLisboad2002vSérie II, n.ºs 8 e 9tTemas penitenciáriospp. 37-43 aTOXICODEPENDÊNCIA aPRESO aTERAPÊUTICA aGUIMARÃESbM. Emília aGUIMARÃESbCarlos A. aMORGADObRui M. Ramos