01905nam a2200205 4500001000700000100004100007101000800048200005800056330128400114461008501398606002301483606002001506606002701526606002601553606004101579606001901620606001501639606001901654700002601673373408 a20071121u y0pory50 ba aeng aSuicide bomberseare you ready?fSheri H. Mecklenburg aApós os atentados bombistas ocorridos em Londres e Glasgow, não existem quaisquer dúvidas que a ameaça terrorista provém de células locais. Face a esta nova conjuntura é conferida à polícia local um papel diferente daquele que vinha desempenhando e, até mesmo, um estatuto similar ao das agências de aplicação da lei internacionais e federais, ou seja, um papel de combatentes antiterroristas. Para além de apurarem estratégias de combate ao crime urbano, os responsáveis policiais devem proporcionar aos funcionários formação e “ferramentas” especiais que lhes permitam lidar com bombistas suicidas. Assim sendo, as autoridades locais necessitam de estar preparadas para reconhecerem o valor da investigação imediata das informações fornecidas por cidadãos no que respeita a comportamentos suspeitos, devem redefinir o conceito de perigo iminente, bem como a política e prática do uso da força letal, a qual varia substancialmente do conceito tradicional quando aplicada ao caso de bombistas suicidas. Referem-se alguns dos meios que podem vir a ser utilizados no combate ao terrorismo, como é o caso dos cães de detecção de droga em operações de trânsito, as barreiras nas estradas e as revistas pessoais. cWashingtondSeptember 2007vVol. 74, n. 9tPolice Chiefx0032-2571pp. 24, 27-29 aATENTADO À BOMBA aPOLÍCIA LOCAL aPOLÍCIA E COMUNIDADE aESTRATÉGIA POLICIAL aFORMAÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA aUSO DE FORÇA aTERRORISMO aESTADOS UNIDOS aMECKLENBURGbSheri H.