01629nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200007400056311004000130330097600170461010701146606001101253606003501264606003201299606001901331606002701350606003301377700002501410373364 a20070924u y0pory50 ba apor aCrise do Estado e administração da justiçafJ. P. Baptista Dias aResumo inserto no próprio artigo. aAs democracias assentam na ideia de contrato social. Tratando-se de uma obrigação complexa e contraditória, é susceptível de ampliação, redução ou mesmo de colapso. O crescimento do "Welfare State" visou a integração do proletariado na sociedade das economias capitalistas, pretendendo reduzir a litigiosidade social. Porém, o crescimento das administrações públicas prestacionais propiciou mais amplos factores de conflito que as crises das décadas de 70 e 80 potenciaram, colocando globalmente em situação de pré-colapso o sistema de segurança colectiva e em especial o subsistema de administração de justiça.Em Portugal, estes problemas são fortemente agravados pela ausência de uma profunda reforma da administração pública. Neste contexto, é analisada a crise de legitimidade do poder judicial, a crise de modelo de gestão dos tribunais e a crise de formação dos magistrados e funcionários judiciais. cBragad2000vVol. 1, nº 2tRevista de Administração e Políticas Públicasx0874-9086pp. 68-82 aESTADO aADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA aFORMAÇÃO DE MAGISTRADOS aPODER JUDICIAL aPOLÍTICA ECONÓMICA aORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA aDIASbJ. P. Baptista