02097nam a2200205 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200010800067311001600175330140500191461007401596606002001670606002401690606002301714606002801737606001901765700001901784995008801803373277 a373277 a20070704u y0pory50 ba aeng aThe role of computer crime investigators in counter terrorism and intelligence gatheringfMarcus Rogers a(*) CD 294. aO papel do investigador criminal tem vindo a modificar-se. O mundo mudou, a natureza do crime tornou-se mais complexa. As linhas de separação entre criminosos, organizações criminosas e grupos terroristas, são praticamente inexistentes. Perante a rápida evolução tecnológica, na qual a internet assume um papel preponderante, verifica-se que as organizações criminosas e terroristas utilizam estas novas tecnologias com vista a recrutar membros e apoiantes, a publicitar as suas actividades e ideais, a angariar fundos e, também, como um meio privilegiado para comunicar e recolher informações. Tendo presente este tipo de problemáticas dá-se a conhecer o "Joint Terrorism Task Force" do FBI, cujo objectivo consiste em incentivar e coordenar os diferentes órgãos policiais (SLE) estaduais, locais ou os que prestam serviço em comunidades índias (Tribal Law Enforcement Agencies), a recolher, partilhar e disponibilizar informação para a luta contra o terrorismo. A existência, nas SLE, de investigadores devidamente formados é fundamental. A conversão do investigador especializado em criminalidade informática, para uma área mais abrangente da recolha de informação pertinente no combate ao terrorismo, requer uma formação de aperfeiçoamento mínima, que poderá ser ministrada por instituições identificadas no presente artigo. cGlen Allen, VAdMarch-June 2007vVol. 3, n.º 1tInformantpp. 28, 42 aCIBERTERRORISMO aCRIME INFORMÁTICO aANÁLISE CRIMINAL aINFORMAÇÃO CRIMINAL aESTADOS UNIDOS aROGERSbMarcus 104PJ_27943_00000000000000052022-06-069401058aPJcPJkPJ27943n2022-06-06o0rAP