01759nam a2200181 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200012100067311005600188330106800244461010401312606002201416606001201438700002101450701001801471995008801489373205 a373205 a20070423u y0pory50 ba aeng aAddressing crime in companiesefirst findings from global survey of economic crimefKai-D. Bussmann, Markus M. Werle aTradução do resumo inserto no próprio artigo. aO crime económico foi examinado num estudo global em mais de 5500 empresas. Este levantamento combina informação sobre empresas, vitimação de empresas e sobre a detecção e processamento de 2900 incidentes de crime económico. Os resultados mostram que o crime económico está espalhado e os riscos são subestimados pelas companhias. Aproximadamente metade dos autores eram trabalhadores da própria empresa, em particular, e excessivamente representado, o topo da administração. As empresas estão a desenvolver algumas estratégias de controlo e prevenção para fazer frente aos riscos da criminalidade económica. Contudo, a resposta mundialmente mais frequente não é intentar acusações criminais, particularmente contra perpetradores de dentro da empresa. As reacções da empresa são frequentemente motivadas pela minimização da perda de reputação, o que, relativamente ao crime económico resulta em tratamento privilegiado tanto para os delinquentes internos como para os delinquentes de estatuto elevado. cOxforddNovember 2006vVol. 46, n. 6tBritish Journal of Criminology (The)x0007-0955pp. 1128-1144 aCRIME ECONÓMICO aEMPRESA aBUSSMANNbKai-D. aWERLEbMarkus 104PJ_27908_00000000000000052022-06-069400986aPJcPJkPJ27908n2022-06-06o0rAP