01653nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200012300056311006700179330103000246461010401276606003001380606002201410606001201432700002001444701001901464373185 a20070419u y0pory50 ba aeng aOntological boundaries and temporal watersheds in the development of white-collar crimefJohn P. Locker, Barry Godfrey a(*) CD217. Tradução do resumo inserto no próprio artigo. aO período compreendido entre 1750-1850 foi um ponto de viragem na história relativa ao local de trabalho e ao crime de colarinho branco. Apropriações anteriormente legitimadas por noções de direito consuetudinário eram agora cada vez mais olhadas como "furto de pequenos valores". Durante o mesmo período, as oportunidades para o furto por parte dos empregados foram ampliadas pelas alterações no mundo comercial que abriu a arena do trabalho a novas vulnerabilidades. Esta época testemunhou o alastramento e a emergência sem precedente de crimes financeiros - tais como a fraude e o desvio de fundos - frequentemente perpetrados por respeitáveis delinquentes da classe média. Este artigo traça as mudanças-chave a nível social, jurídico e organizacional que, de forma tão substancial tanto reestruturaram as práticas de crime no local de trabalho, como também estabeleceram as fronteiras ontológicas do crime de colarinho branco que em larga medida moldaram a agenda de pesquisas. cOxforddNovember 2006vVol. 46, n.º 6tBritish Journal of Criminology (The)x0007-0955pp. 976-992 aCRIME DE COLARINHO BRANCO aFRAUDE FINANCEIRA aEMPRESA aLOCKERbJohn P. aGODFREYbBarry