01383nam a2200145 4500001000700000100004100007101000800048200003600056330098900092461007001081606002401151606002301175606001501198700002401213373176 a20070416u y0pory50 ba aeng aShell shockfSteven M. Crimando aOs efeitos psicológicos de desastres em larga escala são geralmente negligenciados pelos responsáveis pela elaboração dos planos de emergência. O articulista explica como a informação clínica pode ser utilizada em termos tácticos aquando da preparação dos citados planos. São analisados 3 tipos de respostas comportamentais de emergência que devem ser consideradas na planificação de situações de respostas de emergência: Tipo I, ajuda entre vizinhos; tipo II, medo do vizinho, ou seja, medo de que o vizinho possa estar doente e possa vir a contagiar a sua família; tipo III, o pânico. Constata-se que os terroristas procuram criar sensações de medo extremo e ansiedade e levar as populações atingidas a um estado de pânico. Conclui-se que se devem considerar todos estes comportamentos e utilizar a informação clínica das respostas destas populações quando confrontadas com desastres naturais ou com actos de terrorismo. cSurreydFebruary 2007vV. 17, n. 2tIntersecx0963-0058pp. 32-34 aPROTECÇÃO CIVIL aDESASTRE DE MASSAS aPSICOLOGIA aCRIMANDObSteven M.