01747nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200012100056311018700177330103000364461005901394606002701453606002801480606001301508606003001521700002601551373091 a20070213u y0pory50 ba apor aAs instituições e unidades de segurança na Suéciaeo lado fechado de um sistema abertofHelena Parada Coelho aExcertos do trabalho elaborado em 1984, na sequência de uma bolsa de investigação criminológica patrocinada pelo Conselho da Europa, de 15 de Agosto a 15 de Setembro de 1983. a"Partindo do princípio de que todos os sistemas penitenciários têm de enfrentar, entre a sua população, uma percentagem residual de delinquentes cujo comportamento criminal e/ou prisional impõe maiores cuidados a nível de segurança, propusemo-nos averiguar, em relação a um sistema penitenciário (re)conhecido sobretudo pela sua feição liberal, quais as categorias de reclusos para quem uma segurança reforçada é pensada e as principais características do internamento nessas condições. Tentaremos, ao longo deste trabalho, traçar um quadro que permita compreender: quem é perigoso, na perspectiva do sistema penitenciário sueco, ou seja, a quem, e em que fase da execução da pena, são negadas as oportunidades de abertura e de contacto com o exterior oferecidas à maioria da população prisional; com que critérios são tais reclusos seleccionados...; que problemas específicos levantam a organização e a gestão dos estabelecimentos de maior segurança...". cLisboad1988vN.º 2tTemas penitenciáriospp. 35-54 aMEDIDAS DE SEGURANÇA aPESSOAL PENITENCIÁRIO aSUÉCIA aESTABELECIMENTO PRISIONAL aCOELHObHelena Parada