01691nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200011600056311004500172330101100217461009901228606002901327606002401356606003301380606003001413606001301443700002001456701002101476373050 a20070202u y0pory50 ba apor aA psicologia investigativaecontributos para a entrevista a vítimas de crimefInês Alberty, Cristina Soeiro a(*). Resumo inserto no próprio artigo. aApesar da inegável importância da informação fornecida por uma pessoa (testemunha, vítima ou suspeito) entrevistada no contexto do sistema de justiça, pouca relevância tem sido dada, em Portugal, à forma como se entrevistam esses elementos-chave para o fecho de um processo de investigação criminal. A Psicologia, enquanto disciplina científica, tem dado um contributo muito forte a esta área, sobretudo através do estudo dos processos de memória, da detecção da mentira e da comunicação interpessoal e humana, aspectos que levaram ao desenvolvimento de modelos de entrevista adequados às necessidades dos profissionais do sistema de justiça. No presente artigo, será discutida a utilidade dessas técnicas quando integradas num procedimento de entrevista a testemunhas, suficientemente debatido na literatura e que se designa por entrevista cognitiva. Propõe-se ainda um procedimento de entrevista investigativa que possa ser adaptado à realidade portuguesa. cLouresdJulho-Dezembro 2006vIII Série, n.º 8tPolícia e Justiçax0870-4791pp. 377-408 aTÉCNICAS DE ENTREVISTA aPSICOLOGIA CRIMINAL aINQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHA aINTERROGATÓRIO POLICIAL aVÍTIMA aALBERTYbInês aSOEIRObCristina