02064nam a2200181 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200010900067311004000176330138700216461008801603606003401691606002801725606002101753700002001774995008801794373011 a373011 a20070112u y0pory50 ba apor aO que se sabe e nunca se dizeos maus tratos à infância numa perspectiva históricafJordi Planella aResumo inserto no próprio artigo. a"No mundo actual, dominado pela tecnologia, é um ‘luxo’ determo-nos em aspectos que podemos quase qualificar como românticos. Referimo-nos a determo-nos para conhecer a história, os fundamentos que nos permitem conhecer o presente e prever o futuro, a história. Não uma história qualquer ou geral. Referimo-nos a uma história especial, à história da crua realidade que muitas crianças sofreram ao longo dos séculos até chegar à nossa actualidade. Uma história dos que cresceram no seio de uma família que lhes deu aquilo de que necessitavam para crescer e fazerem-se pessoas adultas responsáveis, mas também das outras crianças que cresceram, século após século, entre oscilações, dificuldades e penúria e que, por vezes, não passaram as portas da infância (ou até passaram directamente a adultos, embora com corpo de crianças)." Pontos abordados: 1. A história da infância - recuperar as vivências daqueles que ficaram à margem da história 2. Egipto, mundo judaico, Grécia e Roma. 3. O Outono da infância - a Idade Média e o Renascimento. 4. Do Barroco às Luzes, a grande clausura - o nascimento das grandes instituições de asilo. 5. As novidades do século XIX. 6. Século XX - a protecção à infância. 7. A perversão da protecção à infância - para que serve proteger? 8. Adenda. cLisboadOutubro-Dezembro 2000vN.º 4tInfância e Juventudex0870-6565pp. 99-120 aMAUS TRATOS CONTRA CRIANÇAS aCRIME CONTRA CRIANÇAS aANÁLISE SOCIAL aPLANELLAbJordi 104PJ_27615_00000000000000052022-06-069400792aPJcPJkPJ27615n2022-06-06o0rAP