01820nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200006600056311005600122330127100178461010301449606002701552606002001579606001601599700001601615701001901631372896 a20061030u y0pory50 ba aeng aExpert decision making in burglarsfClaire Nee, Amy Meenaghan aTradução do resumo inserto no próprio artigo. aEste documento começa por analisar as pesquisas sobre o processo cognitivo utilizado por assaltantes de residências quando escolhem alvos. Tentamos, em seguida, estabelecer ligações entre este processo e a noção de especialização na literatura cognitiva mais ampla, na medida em que, em comparação com principiantes, o processo parece arredado de uma deliberação explícita, sendo as acções realizadas de uma forma célere e metódica e o reconhecimento dos estímulos ou sinais relevantes extremamente veloz, se não instantâneo. Apresentamos, depois, novos dados a partir de entrevistas com 50 assaltantes de residências, com experiência. Fazemos uma abordagem à decisão inicial de fazer um assalto e à selecção do alvo, seguida pela primeira vez no Reino Unido, de uma análise das estratégias de actuação no interior da residência. Quarenta e cinco dos 50 assaltantes tiveram um padrão de actuação previsível e 37 descreveram espontaneamente as suas actuações, utilizando termos que significavam automaticidade – uma característica que subjaz aos conhecimentos específicos. Analisamos as implicações destas conclusões em termos de prevenção criminal primária e secundária. cOxforddSeptember 2006vVol. 46, n. 5tBritish Journal of Criminology (The)x0007-0955pp. 935-949 aASSALTO A RESIDÊNCIA aESTUDO DE CASOS aREINO UNIDO aNEEbClaire aMEENAGHANbAmy