01865nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200015900056311014400215330110100359461007701460606002101537606001001558606002801568606003001596700003801626701001901664372642 a20060714u y0pory50 ba apor aAtitudes face aos reclusos em guardas prisionaiseimplicações para a formação do pessoal penitenciáriofRui Abrunhosa Gonçalves, Sandra Vieira aResumo inserto no próprio artigo. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/4299/3/3Atitudesface.osreclusos.pdf aNeste artigo apresentam-se os resultados da aplicação de uma escala de atitudes em relação à reclusão (EARR) a uma amostra de 105 guardas prisionais, procedendo-se de seguida a análises em função de variáveis sócio-demográficas e profissionais da amostra. Os resultados salientam as boas qualidades psicométricas da escala e indicam que são os guardas mais idosos e com maior número de anos de serviço que expressam uma atitude mais positiva face aos reclusos. Por outro lado, verifica-se a existência de uma correlação negativa - mas não significativa - entre o grau de habilitações literárias e uma atitude positiva em relação à reclusão. Estes resultados são interpretados à luz das necessidades de formação inicial e contínua dos guardas prisionais, sugerindo-se a introdução da técnica de análise dos incidentes críticos como estratégia para a mudança de atitudes e comportamentos nos guardas prisionais. Implicações para o tratamento penitenciário e o clima interno das prisões são, por fim, referidas. cLisboad2005vSérie III, n.ºs 1 e 2tTemas penitenciáriospp. 23-28 aGUARDA PRISIONAL aPRESO aFORMAÇÃO DE PESSOAL aESTABELECIMENTO PRISIONAL aGONÇALVESbRui Abrunhosaf1958- aVIEIRAbSandra