01734nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200009000056311014100146330111100287461007601398606002101474606002401495606003301519700002401552372400 a20051031u y0pory50 ba apor aO crime organizado e as novas tecnologiaseuma faca de dois gumesfHelena Carrapiço aResumo inserto no próprio artigo. Publicação integral disponível através de: https://www.idn.gov.pt/index.php?mod=1321&cod=114. aO benefício que determinados Estados retiram das novas tecnologias é incalculável. Contudo, não são os únicos a tirar partido dessas vantagens. O crime organizado, e em especial o cibercrime, aproveita as vulnerabilidades dos sistemas de informação, em que as nossas sociedades estão baseadas, para lucro próprio. Apesar dos conhecimentos que já possuímos sobre este tipo de criminalidade, os nossos esforços não têm conseguido travar o número crescente de ataques cibernautas, nem evitar o aumento das perdas das empresas e dos particulares. Não devemos, no entanto, cair no erro pessimista de pensar que não existe nenhuma forma eficiente de combater o cibercrime. Existe todavia, muito trabalho por desenvolver. Desde a consciencialização da população, para os perigos inerentes à Internet, até à formação de recursos mais qualificados, passando pela investigação e a cooperação entre sectores, há sem dúvida muito por fazer. Adoptámos as novas tecnologias, resta-nos agora aceitar por completo as responsabilidades que elas acarretam. cLisboadVerão 2005vN. 111tNação e Defesax0870-757Xpp. 175-192 aCRIME ORGANIZADO aCRIME INFORMÁTICO aTECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO aCARRAPIÇObHelena