01678nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200007600056311015400132330097200286461007201258606002101330606003501351606002401386606002301410606003201433700003101465372148 a20050427u y0pory50 ba apor aA privatização da violência legítimafVictor Marques dos Santos a(*). Resumo apresentado na página Internet do IDN : https://www.idn.gov.pt/publicacoes-1-98.asp#A%20Privatização%20da%20Violência%20Legítima aA utilização de militares profissionais estrangeiros ao serviço dos Estados constitui uma prática milenar. A formação de empresas militares privadas como fenómeno característico do último quartel do séc. XX, corresponde à institucionalização do desempenho funcional de actividades militares a partir de uma perspectiva empresarial privada, com o objectivo de fornecimento de serviços a entidades diversificadas, designadamente, aos Estados. Reflectindo as exigências ambientais impostas pelo processo de mudança globalizante neoliberal, o aparecimento das EMP's significa a privatização de competências tradicionalmente atribuídas aos Estados soberanos, nomeadamente, a da exclusividade do exercício da violência legítima. A análise do fenómeno permite verificar que os efeitos decorrentes transcendem o impacto estratégico da acção, inserindo-se na lógica prospectiva de uma "revolution in military affairs". cLisboadVerão 2001vN.98tNação e Defesax0870-757Xpp.87-113 aFORÇAS ARMADAS aEMPRESA DE SEGURANÇA PRIVADA aSEGURANÇA INTERNA aGESTÃO DE CRISES aRELAÇÕES INTERNACIONAIS aSANTOSbVictor Marques dos