01481nam a2200169 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200009200067330093900159461007101098606000801169606002901177606002201206606003001228995005301258372071 a372071 a20050308u y0pory50 ba apor aIdentificação humana pós-morte (revisão)fHemerson Bertassoni Alves... [et al.] aA história da identificação humana é muito antiga, tendo os processos utilizados para o fazer, vindo gradualmente a evoluir, graças à ciência que foi oferecendo meios e recursos propícios a uma estruturação científica da identificação. O presente artigo tem por objectivo situar a identificação humana post-mortem no âmbito da ciência forense criminal, destacando a utilização do ADN como uma ferramenta potencialmente aplicável a este tipo de identificação. Ressalta-se ainda a importância da recolha do ADN de tecido ósseo para fins de identificação humana forense, bem como se apresenta, de uma forma resumida, um trabalho de pesquisa desenvolvido pelos autores, onde foram avaliados três métodos de recolha do ADN em tecido ósseo, através de três parâmetros, designadamente: concentração; qualidade do ADN, eficiência de amplificação pela técnica de PCR. cBrasíliadDezembro 2000vAno II, n.7tPerícia Federalpp.32-35 aADN aIDENTIFICAÇÃO HUMANA aCIÊNCIA FORENSE aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL 1052022-06-069399852aPJcPJn2022-06-06o0rAP