01650nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200010700056330108800163461007801251606001901329606002101348606001501369606002301384606003001407700004301437371939 a20041116u y0pory50 ba apor aA actuação médica em incidentes biológicos e químicosfMaria de Fátima Lopes Cordeiro Rato aNa sequência dos trágicos acontecimentos do 11 de Setembro, vem a lume um conjunto de questões que se prendem com a vulnerabilidade nacional, relativamente à utilização deliberada de agentes biológicos e químicos. Alerta-se para os potenciais agentes biológicos, nomeadamente as bactérias (bacillus anthracis); os vírus (varíola); as toxinas (botulinica); as ricketsias, as clamídeas, que podem ser usados no designado bioterrorismo. No grupo dos agentes químicos, encontram-se os neurotóxicos (nerve agents), como, por exemplo, o tabum, o sarin, o soman; os vesicantes (blister agents), como por exemplo, o gás mostarda e os arsenicais; ainda no grupo dos agentes químicos encontram-se os cianetos (blood agents). Salienta-se a importância da actuação atempada dos agentes de intervenção (médicos e outro pessoal de socorro e salvamento) na prestação de assistência às vítimas no local dos incidentes, para o que concorrem de uma forma positiva, a sua formação e treino, bem como o respectivo equipamento de protecção. cLisboad2002vN.15tPlaneamento Civil de Emergênciax0871-7311pp.20-22 aARMA QUÍMICA aARMA BIOLÓGICA aTERRORISMO aGESTÃO DE CRISES aSERVIÇO DE EMERGÊNCIA aRATObMaria de Fátima Lopes Cordeiro