01993nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200009600056311011000152330140700262461009401669606001801763606001901781606001501800700002001815371869 a20040928u y0pory50 ba aeng aIdentification with the aggressorehow crime victims often cope with traumafRyan E. Melsky aDisponível também em: https://leb.fbi.gov/2004-pdfs/leb-august-2004. Acedido a 11 de Setembro de 2013. aO chamado "processo de identificação" ocorre de uma forma normal em situações em que certos indivíduos modificam as suas personalidades e características, numa tentativa de imitarem a pessoa ou os grupos com que se querem identificar.Tal verifica-se, por exemplo, com crianças, quando procuram imitar posturas dos pais (o rapaz que usa distintivos policais para imitar o seu pai polícia; a rapariga que se enfeita com as jóias da mãe para se parecer com ela, etc), com adolescentes quando procuram vestir o mesmo tipo de roupa e falar do mesmo modo para se identificarem com os seus grupos sociais. Da mesma forma, verifica-se que aqueles que foram vítimas de uma experiência traumática, manifestam muitas vezes uma tendência para se identificar com os seus agressores; assumem assim as suas características, imitam a sua agressão e de pessoas ameaçadas, passam a ser pessoas que ameaçam; é uma transformação mental, um "mecanismo de defesa", como os psicólogos lhes chamam, que permite à vítima alcançar um sentimento de força e reagir, como forma de sobrevivência. Os funcionários de polícia deverão conhecer e compreender estas posturas e ajudar as vítimas a enfrentar de uma forma positiva o trauma que as afecta. Dão-se exemplos de alguns casos reias em que as vítimas criaram processos de identificação com os seus agressores. cWashingtondAugust 2004vVol. 73, n. 8tFBI-Law Enforcement Bulletinx0014-5688pp. 16-20 aVITIMAÇÃO aESTADOS UNIDOS aPSICOLOGIA aMELSKYbRyan E.