01649nam a2200145 4500001000700000100004100007101000800048200009100056311000900147330112900156461014501285606002501430606002801455700002001483371786 a20040721u y0pory50 ba afre aSonges d'une pure véritéeà propos des détecteurs de mensongesfSylvie Clement a(*). aAs novas tecnologias têm feito avançar consideravelmente a investigação científica em vários domínios. Um deles salienta-se por um particular desenvolvimento: o detector de mentiras ou polígrafo.Tradicionalmente, o polígrafo é definido como um dispositivo utilizado para medir as respostas do sistema nervoso do indivíduo em observação, através de indicadores como a pressão sanguínea, o ritmo das pulsações cardíacas, o ritmo respiratório e os estremecimentos da pele.O autor do artigo passa em revista as mais recentes inovações tecnológicas relativas a estes dispositivos, salientando que, a par do polígrafo tradicional, os novos detectores de mentiras podem actualmente analisar textos escritos, bem como impressões vocais, cerebrais e faciais. Os diferentes detectores de mentiras descritos no artigo revelam uma progressão rápida na forma de tratar e localizar o fenómeno: da análise corporal (pela utilização do polígrafo tradicional), passando pela análise linguística, pode-se, de ora em diante, "ler" a mentira, no cérebro, no rosto ou na voz. cGenèvedJanvier-Mars 2004vVol. 57, n. 1tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifiquex0035-3329pp. 55-68 aDETECTOR DE MENTIRAS aINFORMAÇÃO CRIMINAL aCLEMENTbSylvie