01804nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200006100056330126200117461009901379606002701478606001501505606002801520606003201548606003501580700001901615371749 a20040624u y0pory50 ba aeng aCriminology and genetically modified foodfReece Walters aOs alimentos geneticamente modificados ou manipulados, produzidos a partir de tecnologias rapidamente desenvolvidas, têm gerado, a nível internacional, debates e preocupações sobre questões de saúde e de segurança. Estas preocupações centram-se nos potenciais perigos para a saúde humana, nos riscos de poluição genética e no abandono de técnicas agrícolas alternativas, bem como na pitataria biológica e na exploração económica por parte de grandes empresas privadas. O presente artigo analisa as conclusões da primeira "Royal Commission on Genetic Modification" realizada na Nova Zelândia e revela que há potenciais riscos sociais, ecológicos e económicos criados por alimentos geneticamente modificados, que requerem uma averiguação mais aprofundada sob o ponto de vista criminológico. Enquanto que o discurso criminológico contemporâneo continua a fazer pressão sobre matérias como a criminalidade no âmbito da economia, da poluição do ambiente, da gestão dos riscos, da governação e da globalização, as potenciais preocupações geradas pela questão dos alimentos geneticamente modificados, criam um solo fértil no âmbito da cultura criminológica e do activismo. cOxforddMarch 2003vVol. 44, n. 2tBritish Journal of Criminology (The)x0007-0955pp. 151-167 aCRIME CONTRA A SAÚDE aGENÉTICA aCRIME CONTRA O AMBIENTE aPROTECÇÃO DO CONSUMIDOR aTERRORISMO CONTRA O CONSUMIDOR aWALTERSbReece