01436nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200009600056330095400152461007201106606001601178606002301194606002901217606001301246700001901259370569 a20021211u y0pory50 ba afre aLes méthodes d'action. L'action répressive. Le point de vue du magistratfPaul Malibert aCom base na sua experiência de juiz do Ministério Público, o articulista dá-nos a sua opinião sobre qual deve ser o papel do magistrado no caso presente, o do Ministério Público, face aos métodos de acção utilizados pela polícia. Polariza a sua exposição à volta de dois pontos: o magistrado deve participar na acção repressiva; por outro lado, não deve perder de vista que é o garante das liberdades individuais. Quanto à primeira questão, a participação do magistrado na acção repressiva é encarada em três planos: a ligação do magistrado do Ministério Público com a Polícia Judiciária, o tratamento dos processos (orientação, qualificação) e a elaboração das sanções. Relativamente ao papel do magistrado como garante das liberdades individuais, são abordadas três questões: o controlo da Polícia Judiciária, a insegurança real e a insegurança alegada. cParisd1977vN.105tRevue de la Police Nationalx0035-1237pp.68-70 aSEGURANÇA aPRÁTICA POLICIAL aMAGISTRATURA E POLÍCIA aFRANÇA aMALIBERTbPaul